CONTINUAM PRESOS: Pai e filho donos da CARANGUEJO e outros envolvidos na Operação Noteiras permanecem na cadeia; ENTENDA

Quatro empresários foram presos na manhã da última quinta-feira (2) durante a 2ª fase da Operação Noteiras, que cumpriu quatro mandados de prisão preventiva em Campina Grande e no Recife, em Pernambuco. A operação tem como objetivo desarticular uma organização criminosa que, juntamente com um grupo de empresas, movimentou de forma ilícita aproximadamente R$ 200 milhões em mercadorias e nota fiscais inidôneas.

Entre os mandados de prisão, estão pai e filho, proprietários da empresa de aguardente Caranguejo.  A primeira fase foi realizada no dia 4 de março deste ano, quando foram cumpridos 24 mandados, sendo 10 mandados de prisão (cinco preventivas e cinco temporárias) e 14 mandados de busca e apreensão

AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA 

Em contato com a reportagem do Polêmica Paraíba, a promotora do caso, Renata Luz informou que não houve audiência de custódia, já que todos os serviços judiciais estão suspensos por conta da epidemia do Covid-19.

“As prisões são analisadas pelo Juiz processante, que faria essa análise na audiência de custódia, os que estão presos, vão permanecer presos”, explicou.

O ato do TJPB/MPPB/Defensoria Pública e OAB previu a suspensão dos atos judiciais até 30/04.

A OPERAÇÃO

Durante as investigações, constatou-se a existência de uma organização criminosa especializada na constituição de empresas de fachada que simulam operações de compra e venda de mercadorias, com o fim de acobertar operações realizadas por outras empresas que, por sua vez, funcionam com ares de regularidade, promovendo a circulação de mercadorias sem o recolhimento do imposto devido, causando grave dano ao Estado da Paraíba.

De acordo com a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), a prisão dos quatro empresários foi decretada após o recebimento de denúncia, que imputa aos 33 acusados, os crimes de organização criminosa, falsidade ideológica, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro, cujas penas máximas, somadas, totalizam 28 anos de reclusão.

FDonte: PolêmicaPB

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